Costumava engolir o choro como se as lágrimas fossem afogar toda a dor dentro de mim.
N. M. Oliveira
abrangedora:
Um sonho: estabilidade emocional.
abrangedora:
Não é triste o modo como as pessoas vivem hoje em dia? Mais se preocupam em parecer estar bem para os outros do que em estar bem de fato.
Eu penso tanto, sobre tudo, sobre todos. Por isso tenho tanto medo.
N. M. Oliveira
Eu não passo de uma estranha. Nunca me senti bem em nenhum lugar. Nem no meio dos meus amigos, no meio da minha família, nem na minha casa, nem mesmo em meu corpo.
N. M. Oliveira
abrangedora:
Doeu, ainda dói e as vezes me parece que sempre doerá.
Por incrível que pareça eu ainda tenho fé no amor sim, mas isso não quer dizer que acredito em qualquer papinho meia boca, qualquer rostinho ou sorriso bonito ou qualquer promessa feita. Mas que apesar de toda essa desconfiança sei que um dia haverão palavras que farei questão de ouvir, um sorriso que farei questão de ver e promessas das quais farei questão de acreditar. Sei disso. E quando esse dia chegar, nem sequer tentarei resistir. Não mais.
N. M. Oliveira
abrangedora:
Eu já nem sei mais como é gostar de alguém.
abrangedora:
Eu nem queria esquecer, só queria não lembrar tanto, o tempo todo.
Loucura minha as vezes pensar que é melhor sofrer por alguém do que não sentir nada por ninguém?
N. M. Oliveira
abrangedora:
Queria pedir desculpas para mim mesma por ser assim tão eu e não ser capaz de me mudar, e não poder me livrar de mim.
abrangedora:
E a gente acaba magoando,
porque fomos magoados
por alguém que também foi magoado
por outro alguém que…
N. M. Oliveira.
Eu sou sensível, admito, mas não fraca. Posso ser fácil de se atingir, mas não de derrubar.
N. M. Oliveira
Preguiça de viver, de sobreviver, de existir.
N. M. Oliveira.
O problema é que eu sou cheia de mim e não me distribuo, eu me fecho. E isso pesa, machuca, transborda, inunda, afoga…
N. M. Oliveira.